sexta-feira, fevereiro 02, 2007

um susto, o descuido. olhos imensos para não crer. luzes incompreensíveis. dissimulação num rodopio. horas que matam a mentira. a morte da mentira. areia de sol lavada, os pés que desejam passar

Você desconhece como apago de mim o que já não me dá mais margem pro sonho.

10 Comments:

Anonymous Anônimo said...

ai.

meu amor, a letra de lá ta ruim é?
sei não... acho que é problema de configuração e eu num sei mexer não.

ta boa tu? saudade, tu some de um jeito absurdo, gosto não =/

10:52 AM  
Anonymous Anônimo said...

uma palavra para viver no mundo: "alheio".

Camila.

5:18 PM  
Anonymous Anônimo said...

a vida é uma invenção. sonho é preciso, realidade ainda mais. na crise, a dúvida aflige e a certeza costuma ser como a inovação: tem efeitos destrutivos de imediato, mas leva a algo novo. fugir é o remédio mais amargo.

se bem que aquilo que se escreve nunca é o que vale mais. nem só o que se diz.

não se deve contentar com pouco. e o "tudo" não basta. sempre se quer mais.

bjs

1:35 AM  
Anonymous Anônimo said...

não sei se porque tenho vivido meus dias num triz de se sensibilizar com as coisas, mas só agora fui sentir a intensidade dessa frase: "Você desconhece como apago de mim o que já não me dá mais margem pro sonho". coisa mais linda isso!

um beijo em tu boneca.

7:24 PM  
Anonymous Anônimo said...

só deixar um beijo mesmo :~(

1:28 PM  
Anonymous Anônimo said...

fê...

vooooooooooooooooooltaa!

5:58 PM  
Anonymous Anônimo said...

eu venho aqui, porque insisto em não aceitar que tudo isso se exauriu.

humpfff...
volta!

10:55 PM  
Blogger Maroca said...

querida,
fazia tempo que eu não vinha aqui e faz tempo que tu não escreves, não é? mas senti, neste texto sobre a leveza tanto de mim. das coisas que passam, e eu me quedo quase imune, quase sem arranhão, deixando tudo tão sem peso. eu estou lendo um livro sobre a modernidade que tem mexido muito comigo e alguns trechos disseram tanto sobre como me sinto que quis te mostrar. ‘tudo é absurdo, mas nada é chocante, porque todos se acostumam a tudo’; 'eu começo a sentir a embriaguez a que essa vida agitada e tumultuosa me condena. Com tal quantidade de objetos desfilando diante de meus olhos, eu vou ficando aturdido. De todas as coisas que me atraem, nenhuma toca o meu coração, embora todas juntas perturbem meus sentimentos, de modo a fazer que eu esqueça o que sou e qual meu lugar' e finalmente: ‘Eu não sei, a cada dia, o que vou amar no dia seguinte’. Não seria isso, Fê?

11:49 AM  
Anonymous Anônimo said...

Pois você também tem uma morada para seus escritos lindos?

Que ótima surpresa descobri neste domingo! Sem falar que ontem, eu e Jean, conversamos muito sobre sincronicidade. E hoje de manhã conversei um pouco com uma amiga que há meses não via online (ela mora em Londres). Quando ela ficou online, eu disse "mas que presente de domingo!".

Olha, não sei se quando prestamos atenção demais acabamos por conectar tudo e todos ou se quando prestamos mais atenção percebemos as sincronicidades de verdade... mas que tudo isso me encanta e agrada, ah sim.

Devorarei as letras aqui.

E sobre a postagem... seria algo como em Closer: "I don't love you anymore. Goodbye."?

Bela você.
:***

9:33 AM  
Anonymous Anônimo said...

não abandonei este blog porque quis. eu perdi a senha dele! enfim, acontece.

9:49 AM  

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