segunda-feira, setembro 18, 2006

o dedo doce, uma bolinha moldada nas mãos. pensando algo assim: se a bolinha se desmanchasse e fosse absorvida pra passear pela corrente, poderia se metamorfosear em doçura pura? e alcançar em cheio o coração, dizendo coisas que a ternura jamais poderia vislumbrar?

os acordes deletérios rasgam, tinindo metais. impulsionam chispas que não têm tempo de serem codificadas: olhos arregalados numa incompreensão infinita.

quem sabe um pote inteiro de açúcar.

5 Comments:

Anonymous Anônimo said...

De toda glicose que poderia, em tese, fazer a vida um tanto mais alegre. pode ser, pode ser...

2:33 PM  
Blogger L.T. said...

quem sabe se realmente pudesse ser
verdade.

12:07 AM  
Anonymous Anônimo said...

que seja doce, que seja doce, que seja doce...

até ser.


Camila.

11:24 PM  
Blogger Alê Quites said...

Salve as palavras! Gostei!

10:51 PM  
Anonymous Anônimo said...

ou mais que um pote...

11:49 AM  

Postar um comentário

<< Home