o dedo doce, uma bolinha moldada nas mãos. pensando algo assim: se a bolinha se desmanchasse e fosse absorvida pra passear pela corrente, poderia se metamorfosear em doçura pura? e alcançar em cheio o coração, dizendo coisas que a ternura jamais poderia vislumbrar?
os acordes deletérios rasgam, tinindo metais. impulsionam chispas que não têm tempo de serem codificadas: olhos arregalados numa incompreensão infinita.
quem sabe um pote inteiro de açúcar.
os acordes deletérios rasgam, tinindo metais. impulsionam chispas que não têm tempo de serem codificadas: olhos arregalados numa incompreensão infinita.
quem sabe um pote inteiro de açúcar.

5 Comments:
De toda glicose que poderia, em tese, fazer a vida um tanto mais alegre. pode ser, pode ser...
quem sabe se realmente pudesse ser
verdade.
que seja doce, que seja doce, que seja doce...
até ser.
Camila.
Salve as palavras! Gostei!
ou mais que um pote...
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