Enquanto afundava os pés, me entretinha em não exteriorizar aquela rusga interna. Não é que não quisesse aborrecê-lo, fazia mais pra ter com o que me ocupar. Depois de tantos anos, era inconteste que eu cortara as pontas com uma faca cega, num primitivismo de ideal de purificação. Sem harmonia, eu ia me lavar em água corrente, me convencendo de que um bilhete de despedida, numa mesa onde sobrevoam as moscas, merecia ser uma obra final.

5 Comments:
catártico.
Camila.
com a velha palavra FIM, na última folha? rs...
cadê ela?
cadê ela?
e acabou, pelo visto...
FF... beijim de feliz natal pra tu que some... =/
=*
Postar um comentário
<< Home