porque as pessoas continuam momentâneas. força grande estranha. é tão solitário como ver espíritos.
ainda a neblina da escada a subir, numa rua. a iminência da chegada de Alguém. o vento toca tambor, descobrindo.
e essa maldita obrigatoriedade da tentativa de adentrar. em janelas. em cavidades. em busca do quarto rosa, concha. a lonjura dos amados, tão teimosos com pequenas coisas mastigadas, aliviados pelo fim, pesarosos. esse cheiro de torrada moída com mel, sabendo a passado.
amar tanto pra morrer de indigestão.
ainda a neblina da escada a subir, numa rua. a iminência da chegada de Alguém. o vento toca tambor, descobrindo.
e essa maldita obrigatoriedade da tentativa de adentrar. em janelas. em cavidades. em busca do quarto rosa, concha. a lonjura dos amados, tão teimosos com pequenas coisas mastigadas, aliviados pelo fim, pesarosos. esse cheiro de torrada moída com mel, sabendo a passado.
amar tanto pra morrer de indigestão.

4 Comments:
tchurururururururu uá uá
dói.
beijo em tu bonita.
se esforçar, se cortar nos espinhos e no final... nada. então, pra quê?
"pergunte pro seu orixá amor só é bom se doer vai vai vai vai chorar... Não vou que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer a beleza de um amor que passou, não eu só vou se for pra ver uma estrela nascer na manhã de um novo amor"
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