sábado, abril 01, 2006

porque as pessoas continuam momentâneas. força grande estranha. é tão solitário como ver espíritos.

ainda a neblina da escada a subir, numa rua. a iminência da chegada de Alguém. o vento toca tambor, descobrindo.

e essa maldita obrigatoriedade da tentativa de adentrar. em janelas. em cavidades. em busca do quarto rosa, concha. a lonjura dos amados, tão teimosos com pequenas coisas mastigadas, aliviados pelo fim, pesarosos. esse cheiro de torrada moída com mel, sabendo a passado.

amar tanto pra morrer de indigestão.

4 Comments:

Blogger Adriano said...

tchurururururururu uá uá

9:52 AM  
Anonymous Anônimo said...

dói.

beijo em tu bonita.

5:35 PM  
Anonymous Anônimo said...

se esforçar, se cortar nos espinhos e no final... nada. então, pra quê?

1:03 PM  
Anonymous Anônimo said...

"pergunte pro seu orixá amor só é bom se doer vai vai vai vai chorar... Não vou que eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer a beleza de um amor que passou, não eu só vou se for pra ver uma estrela nascer na manhã de um novo amor"

12:52 PM  

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