mediocridade e afins
à volta, uma borda de duas camadas exerce o ofício de limitar dando gostinho, isto é, de impor um cercado donde a força das pernas freqüentemente se subjuga à fraqueza espiritual: os olhos permanecem por cima, averiguando que é de fato possível, e são eles que se movimentam involuntariamente, presos ao corpo inerte.
a alienação que detém a enxurrada criativa redireciona prioridades por vezes de forma vexatória (tão acostumadas estão as pessoas com seus fatos, suas histórias... estas, de tão tradicionalistas, imploram por verniz, a fim de que as lacunas, os esquecimentos e as imperfeições sejam camufladas num mesmo tom, sem sobressalentes revolucionários. é difícil se desconstruir). e daí, o benefício da mentira. redentora, é ela quem acoberta o corpo que se submete a uma rotina compulsória, nostálgica e vazia, enquanto os dedos, à parte, saltam cintilantes, suspendem o não-dito no ar, às vezes cumprem explanar, às vezes são escutados.
é ainda considerado buscar um papel colorido, ser dor larga a ver se ao menos se lateja, alguma força que vibra em acordes circulares. que seja parco o entendimento acerca dos deslumbramentos, que não se entenda do sublime e da inspiração. acima de tudo, que haja o desconhecido.
a alienação que detém a enxurrada criativa redireciona prioridades por vezes de forma vexatória (tão acostumadas estão as pessoas com seus fatos, suas histórias... estas, de tão tradicionalistas, imploram por verniz, a fim de que as lacunas, os esquecimentos e as imperfeições sejam camufladas num mesmo tom, sem sobressalentes revolucionários. é difícil se desconstruir). e daí, o benefício da mentira. redentora, é ela quem acoberta o corpo que se submete a uma rotina compulsória, nostálgica e vazia, enquanto os dedos, à parte, saltam cintilantes, suspendem o não-dito no ar, às vezes cumprem explanar, às vezes são escutados.
é ainda considerado buscar um papel colorido, ser dor larga a ver se ao menos se lateja, alguma força que vibra em acordes circulares. que seja parco o entendimento acerca dos deslumbramentos, que não se entenda do sublime e da inspiração. acima de tudo, que haja o desconhecido.
