sexta-feira, janeiro 27, 2006

Derreter-se hermética

Perquirir o dedo doce, leite em pó, fogo, sabendo a tristeza, muito mesureira, ameninando-se por dentro como medida de contenção, adulterando-se externamente para um equilíbrio qualquer. Sabe, dessas coisas triviais, de ser barro suspenso que ainda não secou, não crendo ainda em Báratro e em pecados, capitais ou subseqüentes. Sobretudo sem trazer vincos irrecuperáveis de cepticismo – olhos úmidos, dizem. Ainda assim um vaso vazio, beirando o vento ou outras quebras de linha. Uma basbaque, sem praticidade ou desenvoltura. Uma voz, que ainda fosse um suspiro, e já teria o que processar, máscaras para reerguer, estruturações mais aprimoradas de raciocínio. Não há. Um canal, um código. Não. Sem retenções. Retorna, verdadeiramente de si para si, com cheiro de ar.




(pedacinhos de Al Otro Lado Del Río)

6 Comments:

Anonymous Anônimo said...

eu tenho raízes enormes.

Camila

2:41 PM  
Anonymous Anônimo said...

e aqui é nouvo?

7:11 PM  
Anonymous Anônimo said...

Tu mudou o blogue, lindeza? Deletou o outro? Vou linkar esse, entoces.

Maroca, do tabacaria.

1:04 PM  
Anonymous Anônimo said...

fê, eu saí do orkut faz um tempo.

e tu agora voltou foi? ahhh bandiiiinda, quando eu saio tu volta. humpf...

4:39 PM  
Anonymous Anônimo said...

E eu fico a querer cantar: 'rema, rema, rema...'

12:49 PM  
Anonymous Anônimo said...

e nem conta do caminho novo. a trilha de terra te trouxe pro mar - onde você vai imergir, é isso? é isso?
beijo da amiga sua

5:04 PM  

Postar um comentário

<< Home