Das coisas iniciais
Uma teia de deixar-nos atônitos com o poder íntimo de recriação humana, porquanto de uma infinidade impossível, contorce-se em certa espiral, como se não existissem horizontes ou fins, com reticências nos dois extremos. O que parece ser bom para egos que ainda crêem em retidões burocráticas e relógios universais. Sentir-se pequeno é delicioso. E não alcançar as divisórias cruciais é como crer que elas não existem, é ceder pra si a autoridade da criatividade, da fluidez e da paz, independente de modas e expectativas. Uma paz consciente e não um espasmo desesperado. Felicidade não é uma obrigação e ser livre para saber querê-la ou não, em um tempo ou não, é se encarregar de lidar com a própria subjetividade de um modo mais sincero, até o ponto em que isso seja realmente possível.
A perplexidade ante o poder de renovação me provoca as mais agitadas inclinações em direção à crença no Homem. É o combustível que me dá estalos e esperanças, que me ataca dolorosamente por amar muito e, diante disso, me faz provavelmente amar mais.
A perplexidade ante o poder de renovação me provoca as mais agitadas inclinações em direção à crença no Homem. É o combustível que me dá estalos e esperanças, que me ataca dolorosamente por amar muito e, diante disso, me faz provavelmente amar mais.

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